Olá pessoal,
Estivemos no FISL11, que acabou no último sábado, e agora vamos fazer um balanço do evento.
Pra começar, o evento foi menor, em número de participantes, do que o FISL10. Por volta de 4 mil pessoas estiveram nas instalações do evento durante os quatro dias.
Desde que vi a identidade visual escolhida para o evento, percebi que iria se falar muito sobre nuvens… a Cloud Computing. A minha expectativa foi confirmada e muitas palestras abordaram o tema sob vários aspectos. Quem queria saber mais sobre o assunto pôde acompanhar abordagens de segurança, infraestrutura, desenvolvimento e muito mais.
O nível das apresentações, com poucas exceções, foi bem satisfatório. Começo achar 50 minutos pouco tempo para uma palestra técnica.
A organização do evento também mostrou bastante competência no cumprimento dos horários. Perderam pontos os palestrantes que não foram ou atrasaram. Mas não foram muitos.
O primeiro dia foi marcado pelo pelo fato da área dos stands ainda estar fechada em decorrência de um atraso na liberação do espaço por parte da PUC. Algumas pessoas que foram somente nesse dia estavam decepcionadas. Afinal, visitar os stands é quase (ou mais) importante do que ir nas palestras.
O evento contou com muitos palestrantes internacionais. Além do cliente cativo Maddog, ainda apareceram por lá o Mark Surman, da Mozilla, Alexis Menard, da Nokia, Karsten Gerloff, da FSF Europe, Jared Smith, do Fedora, e muito mais. Todos contaram com tradução simultânea e transmissão ao vivo pelo Terra TV e TV Software Livre.
Nos stands, as distribuições que marcaram presença foram: Red Hat, Projeto Fedora, Debian, Alt Linux e Ubuntu. Pra mim, um stand de uma distribuição em um evento como esse serve para mostrar não só que ela está viva e ativa e envolvida com a comunidade, mas também para prestar contas de suas ações e planejar o futuro.
Se fosse citar todas as empresas e grupos de usuários que estavam lá correria o risco de esquecer alguém. Como esse post não tem caráter jornalístico, vou falar somente o que me chamou atenção. A Solis, que é partner oficial para suporte do Ubuntu estava por lá oferecendo seus serviços. O Centro de Competência em Software Livre da USP estava mostrando seus projetos e atuações na área. Muito legal como a USP conseguiu transformar um portal de softwares livres em um centro com prédio próprio e cursos completos.
O grupo de usuários Tchelinux, do qual faço parte, apresentou diversos Keynotes, além de ter vários membros apresentando palestras no evento. Destaque também para o pessoal do PythonBrasil, que participou das competições de programação e ajudou muita gente (eu incluso) a tirar suas dúvidas em Python. O Maddog estava com um stand mostrando o seu Project Cauã.
Bom pessoal, se lembrar de algo mais atualizo o post. Por enquanto, é isso!
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